Um
mundo de embalagens
Já
falamos aqui o quanto a embalagem está presente no
mundo de hoje. Combatê-las seria uma tarefa das mais
árduas e possivelmente infrutífera. Nada mais
sábio portanto que aprender cada vez mais sobre elas
e fazer assim o uso adequado das mesmas
Quando no início da década de 60 o sueco
Ruben Rausing desenvolveu a hoje conhecida caixa longa
vida, pensou na praticidade de se embalar produtos para
venda nas lojas de conveniência que ele conhecera
na década de 50 quando cursava a universidade nos
Estados Unidos.
A caixinha hoje em dia embala
um grande número
de produtos alimentícios, mas ainda é despejada
no lixo comum, embora seja totalmente reciclável.
Assim como com o vidro, no Centro-Oeste
existe uma dificuldade de transporte versus custo, tornando
a caixinha pouco interessante
para os catadores, já que o preço pago é irrisório,
menos de três centavos o quilo.
É preciso lembrar que a caixinha longa vida é produzida
com papel, plástico e alumínio e que existe
tecnologia para o reaproveitamento total da mesma.
Jogá-las no lixo então, torna-se desperdício
de dinheiro e matéria prima.
Por uma questão geográfica, seu reaproveitamento
aqui em nossa região é muito baixo e indo
direto para o lixo, ou se transformando em vaso de mudas
de plantas tem seu uso pós consumo bastante aviltado.
Semana que vem eu continuo esse
assunto e apresento algumas sugestões. Até lá.
Pedro
Reis